Gestão de tráfego pago para ecommerce
Meta e Google Ads estruturados para vender — com ROAS real e escala por regra, não por feeling.
Sua loja já vende. Você já testou anúncio, já subiu campanha, talvez já tenha passado por uma agência — e mesmo assim sobra a mesma desconfiança: esse ROAS que aparece no gerenciador é o que realmente entra no caixa? Se você já viu orçamento subir no feeling, já foi atendido por alguém que nunca abriu a estrutura da sua conta, e quer decisão por dado em vez de achismo, é sobre isso que eu trabalho.
Três furos que drenam resultado em silêncio
É o que mais aparece quando eu audito a conta de uma loja pela primeira vez.
ROAS inflado guiando a escala
A plataforma atribui a si venda que já ia acontecer de qualquer jeito. Escalar em cima desse número queima caixa em vez de gerar retorno.
Orçamento ajustado no braço
Sem régua definida, a decisão vira feeling: demora a cortar o que sangra e demora a subir no que já provou que funciona.
Estrutura de conta genérica
Campanha montada como se fosse gerar cadastro ou curtida, não venda — sem catálogo, sem pixel completo, sem pensar no funil de ecommerce.
Metodologia, não feeling
Quatro peças que sustentam a decisão de escalar ou cortar.
Meta e Google estruturados para ecommerce
Conta montada para o funil de compra, não para métrica de vaidade. Catálogo, pixel e Conversions API implementados desde o início — sem essa base, nem ROAS real nem automação de orçamento se sustentam.
CBO x Advantage+: a ferramenta certa
Uso CBO quando preciso de controle fino de orçamento por conjunto, e Advantage+ quando o volume de dados da conta já sustenta a automação da própria Meta. Não existe "melhor" fixo — é decisão por estágio de conta. Detalho a régua completa em Advantage+ vs CBO: quando usar cada um.
ROAS real, não o do gerenciador
Atribuição last-click não-direto, cruzada com o faturamento que de fato entra na Shopify — não o número que a plataforma reivindica para si. É sobre esse número, e sobre a sua margem, que decido escalar ou cortar.
Escala por regra de sROAS
Orçamento sobe quando o sROAS passa de 1,5, reduz abaixo de 1,0 e nunca aumenta com sROAS menor que 1 — a mesma régua que rodei no autopilot que construí para a Fiber.
Por que gestor-operador, não agência tradicional
As diferenças que importam pra quem paga a conta de mídia. Mais contexto em Gestor de tráfego x agência: o que muda.
| Critério | Agência tradicional | Rafael (gestor-operador) |
|---|---|---|
| Fala direto com quem executa | — | ✓ |
| Decide por ROAS real (não o da plataforma) | — | ✓ |
| Automação de orçamento por regra | — | ✓ |
| Sem camada de atendimento | — | ✓ |
| Constrói tecnologia própria quando falta ferramenta pronta | — | ✓ |
Sinceridade poupa o tempo dos dois
Antes de chamar no WhatsApp, veja se faz sentido pro seu momento.
Funciona se…
- Sua loja já fatura e você quer escalar tráfego pago com clareza de retorno.
- Desconfia do ROAS que o gerenciador mostra e quer decisão por dado real.
- Quer orçamento automatizado por regra, não ajuste manual no feeling.
Não é para você se…
- Está começando do zero, sem produto ou oferta validada.
- Procura "ROAS garantido" — não existe, cada operação é diferente.
- Não quer olhar dado nem mexer na estrutura da conta.
Qual plataforma de loja? Meu foco é Shopify — é onde tenho a stack toda madura (pixel, Conversions API, ROAS real direto do pedido). Mas atendo VTEX, Nuvemshop, Loja Integrada e WooCommerce, desde que dê para instalar pixel + Conversions API e ler os pedidos para calcular o retorno real.
Se além do tráfego você também precisa de orçamento no automático, recuperação de carrinho e tracking server-side, veja o serviço irmão: Automação para ecommerce. Ou vá direto para a página de contato.
Vamos olhar os da sua loja
Sem intermediário e sem compromisso. Me chama no WhatsApp e a gente olha os seus números juntos — costumo responder no mesmo dia útil.
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